Snack Bar Retiro da Bola
Monchique
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Monchique
Angra do Heroísmo
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Faro
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Covilhã
Covilhã
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No mercado da Zambujeira do Mar, o peixe ainda cheira a mar e as alconcoras, biscoitos de mel e canela da Primeira Guerra, escondem-se atrás dos frascos de compota. Um guia honesto sobre o que vale a pena comprar, provar e deixar na banca.
Na Zambujeira do Mar, o peixe faz o caminho mais curto entre a lota e o prato. Da feijoada de búzios no Sacas ao peixe grelhado à vista na Ti Vitória, este é o guia para comer onde os locais realmente comem, sem menus com fotos nem espumas de coentros.
Esqueça as ementas plastificadas na porta. Em Angra do Heroísmo, a verdadeira mesa terceirense acontece em sítios onde a alcatra chega no alguidar de barro e as queijadas da Dona Amélia ainda se comem mornas. Um guia para comer como os locais.
Ponte de Lima ao fim da tarde transforma-se numa das melhores mesas do Minho. Um roteiro do primeiro Loureiro à beira-rio até ao último bagaço velho, com rojões, sarrabulho e Vinho Verde pelo meio. Para dois, sem restrições, conte com 60-90€.
Em Ponte de Lima, os locais não comem junto à ponte, comem nos becos, com jarros de vinho verde e doses de rojões que desafiam a lógica. Um guia honesto sobre onde encontrar a verdadeira cozinha minhota, do arroz de sarrabulho à feira quinzenal.
Em Ponte de Lima, a melhor hora para comer é ao anoitecer: quando as adegas abrem, o loureiro corre e os petiscos saem das cozinhas do centro histórico. Este roteiro leva-o do primeiro copo na marginal ao último digestivo junto ao rio.
Em Ponte de Lima, a melhor noite começa com um copo de loureiro junto ao rio e acaba com bagaço velho a olhar para a ponte iluminada. Pelo meio, há petiscos de presunto cortado à mão, pica-no-chão e vinho verde tinto que a maioria dos visitantes nunca prova.
Em Maio, a Guarda está no cruzamento perfeito entre o inverno e a Primavera, e a mesa reflecte isso. Do cabrito assado ao requeijão com mel, das primeiras cerejas do Fundão aos enchidos curados durante meses, este é o guia para comer na cidade mais alta de Portugal quando a serra acorda.
Santarém é a capital gastronómica que ninguém visita, e isso é a melhor coisa que lhe podia acontecer. Na Taberna do Quinzena, aberta há mais de 150 anos na Rua Pedro de Santarém, um almoço de bacalhau com castanhas e sopa da pedra custa menos de 20€. Este é o guia para comer como os locais.
Santarém é a capital da gastronomia portuguesa desde 1980, mas os melhores sítios para comer não estão nos guias. Do torricado na Casa dos Torricados aos grelhados do O Fábio, passando pela Taberna do Quinzena com quatro gerações de história, este é o roteiro para comeres como um local.
Santarém reclama o título de capital da gastronomia portuguesa, e a sopa da pedra, a morcela de arroz e os pastéis de feijão são argumentos difíceis de contestar. Um guia prático sobre o que comer, quando ir e quanto esperar pagar.
Amarante merece mais do que uma fotografia à ponte e um doce conventual. Ao entardecer, com um Avesso na mão e petiscos do Norte à frente, a cidade revela o seu melhor lado gastronómico. Este é o itinerário para quem fica.