Tesouros Escondidos de Faro
Faro
713 resultados
Faro
Lagos
Sintra
Cascais
Gouveia
Penafiel
São Vicente
Monsaraz
Monsaraz
Monsaraz
Pinhão
Estremoz
Procurou as 15 melhores praias do Algarve para Julho e o algoritmo trouxe-o a Torre de Moncorvo, a 600 quilómetros do mar. Não foi engano: aqui há rios para nadar, branco fresco do Douro Superior e ruas medievais sem grupos de tuk-tuk.
Três dias no Passeio Marítimo de Algés, com o Tejo a refletir o pôr do sol e Lisboa a quarenta minutos de comboio. Um guia honesto para fazer o NOS Alive bem, sem cair em erros de principiante.
A 38 graus na Avenida Almirante Reis, o asfalto derrete-se e os turistas amontoam-se na sombra do Rossio. Este é o guia para ficar em Lisboa no Verão e fazê-lo bem: miradouros ao nascer do sol, museus frescos ao meio-dia, e onde nadar quando nada mais funciona.
O Palácio de Mateus não fica em Sabrosa, fica em Vila Real, e a confusão dura há décadas. Mas a verdadeira ligação Mateus de Sabrosa, feita de vinhas velhas, quintas familiares e o berço de Fernão de Magalhães, vale muito mais do que qualquer fotografia de garrafa.
Toda a gente passa por São João da Pesqueira a caminho de outro sítio. Erro: a vila no planalto a 500 metros é uma das melhores bases do Douro, com amendoeiras em flor em fevereiro, quintas honestas e metade dos turistas do Pinhão.
De quatro em quatro anos, Tomar enche-se de raparigas com torres de 30 pães equilibradas na cabeça e ruas forradas de tapetes de flores. Um guia honesto sobre como ver a Festa dos Tabuleiros sem dormir em Abrantes.
O Verão é, ao contrário do que pensam as brochuras, a melhor altura para andar nas levadas do Funchal. Catorze horas de luz, ar fresco a 1.000 metros, e cascatas onde se pode mergulhar. Mas só se sair de casa antes das sete e meia.
Há mais de cem anos que Monção se organiza em volta de uma água termal que sai do chão a 49ºC, no centro da vila. Junte caldas, caminhadas pela Ecovia do Minho, kayak até Melgaço e Alvarinho à porta da quinta, e tem o roteiro mais subestimado do Minho.
Na Ribeira Brava, as bananeiras descem em socalcos até quase tocarem o calhau da praia, e um antigo engenho de aguardente guarda a memória do açúcar que pagou a igreja manuelina. Um roteiro doce pela costa sul da Madeira, do museu ao bolo de mel.
Os Santos Populares são em junho e a Agonia é em agosto, mas julho é quando o Alto Minho faz as festas a sério: arraiais de freguesia anunciados a foguetes, sardinha na broa e caldo verde à meia-noite. Guia prático para os encontrar a partir de Viana do Castelo, com praias para os dias e fado para as noites sem festa.
Em julho, Castelo Branco vira um forno e toda a gente sonha com água a correr e sombra a sério. As levadas da Madeira cumprem, mas só para quem madruga, sobe alto e foge do sul torrado. Um guia honesto, com a lanterna que vai precisar e os trilhos que valem mesmo a pena.
Uma vez por ano, quando o calendário deixa cair uma sexta no dia 13, Montalegre enche-se de capas pretas e aguardente a arder junto ao castelo. Eis como viver a Noite das Bruxas sem apanhar frio a mais nem ficar sem cama.