Estremoz ao Balcão: Os Cafés Que Valem a Paragem
Em Estremoz, a gadanha é o doce que define a cidade e a Pastelaria Formosa faz das melhores desde 1961. Um roteiro de cafés pelo Rossio Marquês de Pombal, com tudo o que vale a pena pedir ao balcão.
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Roteiros curados, dicas locais e inspiracao para a sua proxima aventura em Portugal.
Em Estremoz, a gadanha é o doce que define a cidade e a Pastelaria Formosa faz das melhores desde 1961. Um roteiro de cafés pelo Rossio Marquês de Pombal, com tudo o que vale a pena pedir ao balcão.
Em Estremoz, o mármore está nos passeios e nos balcões dos cafés. Do Art Nouveau do Águias d'Ouro às queijadas de queijo de ovelha da Pastelaria Formosa, estes são os cafés que valem a paragem, e o que pedir em cada um.
Maio traz dias longos, floresta no pico do verde e cascatas com volume. Do Caldeirão Verde à Ponta de São Lourenço, estes são os percursos que valem as botas, com a nova taxa de 4,50€ e reserva obrigatória desde 2026.
Em Maio, o pôr do sol em Lisboa acontece por volta das 20h15. Nos miradouros certos, longe das multidões do Verão, a cidade transforma-se num espectáculo de luz sobre o Tejo. Aqui ficam os que valem a subida.
A Tapada Nacional de Mafra tem 819 hectares de floresta, 300 gamos, javalis e veados em liberdade, tudo cercado por um muro do século XVIII. Junte o Centro de Recuperação do Lobo Ibérico no Gradil e tem um dos melhores dias de natureza a meia hora de Lisboa.
A coruja de Bordalo II já não está no Colégio das Artes, mas as paredes de Coimbra continuam a falar. Das escadas do Quebra Costas às fachadas das repúblicas estudantis, este é o roteiro de street art que nenhum guia convencional te dá.
A Arrábida não se faz num dia de praia apressado. Com dois dias, a estratégia certa e disposição para acordar cedo, conseguem ter serra, praias sem multidões e o melhor choco frito de Setúbal sem filas.
Na Arrábida, o choco frito é religião, o Queijo de Azeitão come-se à colher e o Moscatel de Setúbal merece muito mais do que um copinho ao domingo. Um roteiro pelos pratos que definem a região, de Setúbal a Sesimbra.
A Serra da Arrábida tem estradas quase sem carros, subidas até 500 metros com 13% de inclinação, e praias turquesa como recompensa. De Setúbal à Figueirinha para iniciantes, ou o grande circuito de 90 km por Palmela e Sesimbra para veteranos, há rotas para cada par de pernas.
Entre o choco fresco do Mercado do Livramento e o Queijo de Azeitão que escorre na feira mensal, a região da Arrábida oferece um dos melhores dias gastronómicos perto de Lisboa. Um roteiro com opinião sobre o que vale a pena comprar, provar e deixar na banca.
Queijo de Azeitão que escorre para o prato, Moscatel com 20 anos nas caves da José Maria da Fonseca, e choco frito estaladiço numa tasca de Setúbal. Um roteiro ao entardecer para quem leva a comida a sério.
Torre de Moncorvo fica a 200 quilómetros do mar, mas a mesa transmontana não precisa de maresia. Alheiras artesanais, cabrito no forno a lenha e azeite novo com pão de centeio: o interior come melhor do que pensa.