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O Mercado Negro na Rua de João Mendonça é o ponto de partida: associação cultural, bar e sala de concertos num edifício antigo. Junte a Praça do Peixe, bares de jazz e uma discoteca aberta desde 1987, e percebe que Aveiro à noite tem mais personalidade do que a maioria das capitais de distrito.
Saltem as armadilhas da Praça da Ribeira e sigam a regra dos três níveis: aperitivo no quiosque do Palácio de Cristal, jantar na Baixa, último copo em altura. Um guia honesto para beber bem no Porto entre junho e setembro, sem pagar preços de aeroporto.
A Batalha não tem discotecas nem rua de bares, e isso liberta-te para a verdadeira noite: jantar sem pressa, o Mosteiro iluminado só para ti e miradouros onde a banda sonora são os grilos. Para a festa, há Leiria e Coimbra ao lado.
Esqueça as discotecas com lasers: a noite de Olhão acontece nas esplanadas da frente ribeirinha e nas ruelas do bairro cubista, com música que aparece quando menos se espera. Um guia honesto sobre quando ir, o que comer antes e como não pagar a cerveja a peso de ouro.
Há uma hora exacta, por volta das oito e meia, em que Lisboa muda de marcha e sobe um andar. Este é o nosso mapa opinativo dos rooftops, miradouros e esplanadas onde beber e ver o sol descer sobre os sete montes, com a regra que ninguém vos dá sobre a hora de chegar.
Em Estremoz não há clubes nem DJ às três da manhã, e ainda bem. A noite faz-se no Rossio, com um copo de tinto a dois euros, mármore debaixo dos pés e o fado a acontecer por acaso. Um guia sem ilusões sobre a vida noturna alentejana.
Em finais de junho, o sol em Lisboa só se põe depois das nove, e a cidade inteira muda de horário. Do muro do Miradouro da Senhora do Monte às sessões de cinema ao ar livre e à ginjinha da meia-noite no Largo de São Domingos, este é o roteiro para as noites de verão lisboetas, com as armadilhas assinaladas.