Sitiado
Nazaré
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Uma cidade, um sabor, um lugar novo. Portugal começa na sua curiosidade.
Nazaré
Nazaré
Sagres
Sagres
Sagres
Manteigas
Loulé
Vinhais
Vinhais
Coimbra
Melgaço
Monção
Em Montalegre, o cabrito assado só aparece a sério ao fim de semana, e saber isso é meio caminho andado para comer bem. Do forno de lenha do Cafe Petiscos Rampa às aldeias comunitárias do Barroso, esta é a rota de carne que vale a pena planear com antecedência.
Loulé não tem mar, mas é a melhor base para o encontrar: castelo, mercado mourisco e uma pastelaria francesa na vila, cataplana e arroz de marisco a 15 minutos, em Quarteira e Vilamoura. Setembro, com o mar a 23°C e sem filas, é o mês certo para fazer as duas coisas.
Depois de os autocarros de excursão partirem, Tavira muda de ritmo: o rio Gilão fica cor de cobre, as tascas enchem-se de gente local e o vinho recuperado do quase-esquecimento chega ao copo. Este é um roteiro para uma noite sem pressa, entre a prova no Al-Lagar e conquilhas à algarvia.
Três pastelarias, um roteiro a pé pelo centro histórico, e a descoberta de que Santarém tem doçaria conventual própria que a maioria de Portugal nunca provou. Comece pela fatia, acabe no prato do dia.
Um serão em Almada faz-se em quatro paragens: cerveja despretensiosa, vinho a sério, coquetel elegante e peixe grelhado com Lisboa a ficar cor de laranja do outro lado do rio. Tudo a uma curta distância a pé, sem pagar preços de Lisboa.
Ericeira é conhecida pelo surf, mas foi vila de pescadores muito antes disso: a caldeirada, o peixe grelhado e os percebes apanhados à mão continuam a contar essa história. Um roteiro gastronómico entre o Pelourinho, o porto de pesca e uma mesa que trata as conservas a sério.
Fundão fica a mais de 150 quilómetros do mar, por isso esqueça o marisco fresco em Setembro. Em troca, há truta de rio pescada na Serra da Estrela, uma barragem dourada ao pôr do sol e tabernas onde o queijo Amarelo aparece sem pedir. É essa a troca que vale a pena fazer este mês.
Fátima não tem uma rua de tascas com vinho a régua e esquadro, mas tem quintas onde o jantar acompanha o ritmo da casa. Um roteiro de fim de tarde entre olivais centenários, um calvário quase deserto e mesas onde o vinho é da zona.
Em Portimão, uma bica ainda custa o preço de uma moeda esquecida no bolso, mas só se souber onde parar e o que pedir. Dos balcões da baixa ao miradouro sobre o Arade, este é o roteiro de café que separa quem é de cá de quem está só de passagem.
Em São Vicente não há filas de turistas nem cappuccinos para Instagram, só três cafés que servem propósitos diferentes: pão quente ao pé da praia, uma pausa a sério com bica ou galão, e sacos de doces para levar. Aqui fica o roteiro completo de um dia.
Descubra os melhores refúgios para um brunch sofisticado em Machico, onde a tradição madeirense se cruza com o design moderno e vistas deslumbrantes sobre a baía.
Descubra a reinvenção de Portimão através dos seus melhores rooftops e vistas panorâmicas. Uma análise sobre a sofisticação urbana e a gastronomia de altura entre o Rio Arade e o Atlântico.