Festival Maravilha 2026 - Edição Ilha
O Festival Maravilha regressa à cidade da Horta de 9 a 14 de junho de 2026, com uma programação dedicada à ilha que cruza música, circo contemporâneo, artes visuais e intervenções no espaço público. Uma celebração da cultura, do mar e da comunidade do Faial, com entrada gratuita na maioria dos espetáculos.
De 9 a 14 de junho de 2026, a cidade da Horta transforma-se num grande laboratório artístico ao ar livre com a nova edição do Festival Maravilha, promovido pela Associação Cultural Fazendo. Este é o primeiro momento do festival — a chamada Maravilha Terra —, que antecede a edição oceânica de julho e que tem como palco principal a Praça do Infante, prolongando-se por várias ruas, largos e espaços emblemáticos do centro histórico hortense.
O Festival Maravilha nasceu para celebrar a ligação profunda do Faial ao mar e à cultura, criando um ponto de encontro entre a comunidade local e os velejadores que escalam a famosa marina da Horta durante as travessias atlânticas. A programação reúne música, circo contemporâneo, dança, teatro, artes visuais e instalações criativas, com mais de duas dezenas de artistas de várias nacionalidades em palco.
O cartaz musical de 2026 promete momentos marcantes com nomes como Virgem Suta, Farra Fanfarra, Rokia Koné, Romeu Bairos, Anti Dress Code, Pedra Lume, PS Lucas + Daniel Catarino, Oboé com Asas, Porbatuka, Lokta e o Grupo Folclórico do Salão, que dão voz à diversidade sonora do festival, do indie português à música tradicional açoriana, passando pelo jazz, blues e world music.
Além dos concertos, o festival aposta em workshops, projetos com escolas locais, feiras de artesanato com produtos regionais, tasquinhas com a gastronomia faialense e espetáculos de rua que utilizam linguagens universais como a música, a mímica, a dança e a acrobacia. Esta abordagem inclusiva torna o evento ideal para famílias e visitantes de todas as idades.
Visitar a Horta em junho durante o Festival Maravilha é uma forma única de descobrir a cidade-mar dos Açores: as suas ruas pedonais, a marina mais colorida do Atlântico, o Peter Café Sport e os miradouros sobre o Pico tornam-se cenário natural de uma das festas culturais mais originais do arquipélago. A maioria das atividades é de entrada livre.