Festas de Ribeira Grande: O Calendário Que Importa
Espírito Santo, São Pedro, surf em Santa Bárbara e as plantações de chá da Gorreana, Ribeira Grande tem um calendário festivo que não para. Guia prático para saber quando aparecer e o que esperar.
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Espírito Santo, São Pedro, surf em Santa Bárbara e as plantações de chá da Gorreana, Ribeira Grande tem um calendário festivo que não para. Guia prático para saber quando aparecer e o que esperar.
O mercado municipal de Ribeira Grande não tem a escala de Ponta Delgada, mas tem queijo fresco feito nessa manhã e bolo lêvedo ainda morno. Um guia honesto sobre o que vale a pena comprar, provar no local, e o que podes ignorar sem remorsos.
A maioria dos visitantes de São Miguel passa por Ribeira Grande a caminho de outro destino. É um erro. Entre as únicas plantações de chá da Europa, o areal negro de Santa Bárbara e uma mesa sem filtros, a costa norte guarda o lado mais honesto dos Açores.
Ribeira Grande não tem megaclubes nem DJs internacionais, e ainda bem. O que tem são noites curtas e intensamente sociais, música que surge espontaneamente em bares onde toda a gente se conhece, e cervejas a menos de 2 euros. Este é o guia honesto da vida nocturna na segunda cidade de São Miguel.
Vila Viçosa e Borba formam uma das rotas de vinho mais acessíveis e menos exploradas do Alentejo. Tintos encorpados, vinhos de talha em ânforas de barro, e garrafas de reserva a três euros, tudo sem a máquina turística do Douro.
Seis miradouros, seis perspetivas diferentes sobre Lisboa, desde a Senhora do Monte às 7h da manhã, sem um turista à vista, até ao Adamastor ao pôr do sol com uma cerveja na mão. Na primavera, a luz dourada e as buganvílias em flor transformam estes pontos altos no melhor programa da cidade.
Entre meados de fevereiro e março, milhares de amendoeiras cobrem as encostas de Torre de Moncorvo num manto branco e rosa. Este roteiro mostra-lhe as melhores estradas secundárias, as aldeias onde parar, e o que comer enquanto percorre o Douro Superior na sua melhor época.
Santana é muito mais do que casas de colmo para fotografar. Um percurso de quatro quilómetros pelo centro histórico revela muros de basalto, balcões de castanho torneado e vestígios de moinhos de água que contam a história de uma vila construída contra o vento.
Santana não tem praias de areia dourada, tem rocha vulcânica, piscinas naturais e quilómetros de costa sem multidões. Guia prático para quem quer mergulhar no Atlântico sem ter de disputar espaço na toalha.
Em Santana, o vime cresce junto às ribeiras e o bolo de mel ainda se faz em casa. Um guia honesto sobre o que vale a pena comprar, e o que deve evitar, no artesanato madeirense.
Santana não se faz num relance pela janela do autocarro. Entre a levada do Caldeirão Verde, as casas de colmo autênticas e um jantar de espetada em pau de louro, 24 horas nesta vila da costa norte da Madeira mudam a forma como se olha para a ilha.
Na Sexta-Feira Santa, a Procissão dos Passos percorre as ruas estreitas de Aveiro num silêncio que não é encenado, é a cidade inteira a parar. Mas a Páscoa aveirense vai muito além das procissões: há ovos moles com Indicação Geográfica Protegida, folares trocados entre vizinhos e um Sábado Santo onde a cidade parece conter a respiração.